Sábado, 28 de Junho de 2008

"UCP - secondlife" no CEF^SL 08



Foi com prazer que este ano participa-mos no CEF^Sl 08, na Universidade de Aveiro.

Foi mais uma experiência importante neste segundo mundo, ou segunda vida, onde se debateram e trocaram ideias. Quanto a nós coube-nos apresentar e tentar passar para a plateia presente (quer in real life, quer in second life), a nossa experiência a nível de trabalho já produzido no SL, nomeadamente todo o processo da construção da ilha, mas também o nosso ponto de vista arquitectónico de como o SL pode ser uma mais valia a nível da arquitectura.

Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Colaboração com a UTAD



Depois da inauguração da ilha, os nossos arquitectos virtuais (virtuosos) continuam a trabalhar.

Agora em colaboração com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Ilha Utopia Portugal VI.

Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Second Life via Iphone?

A Apple acabou de abrir o Iphone (e o Ipod) a aplicações de terceiros.
Aqui está um exemplo das potencialidades da máquina.

Imaginem o SL com motion sensors... :)

Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Reportagem da RTP



Cá está a Reportagem, para quem não se levantou da cama no domingo ás 9.30 da madrugada.

Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

Discurso de Inauguração



O trabalho do arquitecto sempre foi um trabalho virtual.

Se é certo que o objectivo final de um projecto de arquitectura é a sua concretização física e posterior uso, não é menos verdade que o arquitecto passa a maior parte do seu tempo em mundos imaginários.

Todo o processo de projecto mais não é que uma construção virtual, sucessivamente testada (virtualmente) e melhorada, até atingir um ponto de maturação que lhe permite passar para a realidade.

Quando passa.

O que as recentes tecnologias vieram proporcionar ao arquitecto foi o transplante desse modelo virtual da sua residência habitual – o cérebro – para o computador.

Numa primeira fase, através de ferramentas que passaram a prancheta para dentro do computador, depois com software que permitia modelar os edifícios, finalmente com bases de dados que contêm toda a informação do edifício e seus componentes.

Mas os computadores já não são, hoje em dia, calculadoras glorificadas. São antes terminais que nos dão acesso a um mundo imenso, à rede das redes.

O passo seguinte na passagem deste modelo virtual do cérebro para a máquina será porventura algo parecido com o Second Life.

Um ambiente virtual, imersivo, de acesso universal, que permite a construçâo partilhada de objectos tridimensionais.

Estas características servem que nem uma luva ao ensino da arquitectura.

Tradicionalmente, o trabalho do estudante de arquitectura é solitário, fechado, autista.

Torna-se extremamente difícil simular a realidade profissional - com toda a complexidade de relações entre o arquitecto, as especialidades, os clientes, os empreiteiros, os utilizadores - numa sala de aulas.

O recurso às “novas” tecnologias já constitui um trunfo em si mesmo. Não só porque introduz no precurso escolar ferramentas para as quais as novas gerações têm uma apetência especial, mas principalmente porque a realidade profissional destes futuros arquitectos vai estar intimamente ligada aos computadores, nos seus mais variados formatos.

Mas o que plataformas como o Second Life têm de mais espantoso, como potencial aplicado ao ensino da arquitectura, é permitir que haja um contacto bidireccional entre o trabalho desenvolvido pelos alunos e a sociedade extra-muros.

Numa iniciativa pioneira no ensino da arquitectura em Portugal, o curso de arquitectura da Universidade Católica, com o patrocinio da Infor, adquiriu uma ilha no Second Life.

O primeiro objectivo cumpre-se com a inauguração oficial da ilha: Criar um espaço onde possam ser desenvolvidas actividades curriculares e exra-curriculares pelos alunos, em parceria com alunos de outros cursos, de outras instituições, de outros paises. Gostaria de frisar que este resultado só foi possivel devido ao esforço dos alunos que se voluntariaram: o Fernando Vale, o Fernando Silva, o Paulo Melo e o Rafael Cordeiro.

A fase seguinte será iniciada neste semestre, na cadeira de Multimédia.
Iremos desenvolver alguns trabalhos de investigação, também em parcerias com outras universidades. Uma dessas actividades será a colaboração num projecto com alunos da Licenciatura em Informática da UTAD, orientados pelo professor Leonel Morgado.

A terceira fase, mais ambiciosa, será integrar esta plataforma noutras cadeiras do curso, teóricas ou práticas. Para tal contamos com a vontade de colegas e alunos, no sentido de propor trabalhos que possam representar uma mais valia para o curriculo das cadeiras.

Todos temos a noção que estamos a pisar em território pouco explorado. As incertezas são muitas, mas as potencialidades também.

Se é certo que compete à universidade dar uma formação assente na experiencia e no saber acumulado, não é menos veradade que também é nossa missão preparar os futuros arquitectos para operarem não no mundo que já passou, mas naquele que eles irão construir.

E a construção desse mundo começa aqui, agora.

Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Filmagens da RTP em directo



O Piolho a explicar a ilha a uma reportagem da RTP.

É hoje, é hoje...


Tudo a postos, nova versão do SL instalada, rede wireless testada (com Mac!), ilha modelada, links, para o grande evento. Logo ás 6.00 da tarde.